sábado, 23 de maio de 2009

É já neste vida que se aproxima de uma ideia generalista nos vastos lugares do planeta terra, em que assistimos uma viragem da história anos idos alguns países que preponderante defenderam a Monarquia como um dos modelos predilectos para a materialização do interesse colectivo. Hoje em dia estas ideias desmoronaram-se, com a viragem da página naquilo que todos nós temos na nosso memória, e o que a história recente da revolução francesa nos traz e como tal, despontou-se um enorme interesse de vários países tanto ocidentais, bem como as democracias recentes.

A representação parlamentar, não cinge-se só apenas no exercício de representar a maioria da população. Ela exige muito mais do que aparentemente se deve imaginar. Sabemos todos de cor que os cidadãos estão na base da democracia.

Portanto, o problema coloca-se fundamentalmente porque as democracias do nosso tempo são democracias representativas e não democracias directas. Nas democracias directas puras, sabemos que o papel dos cidadãos isto é de todos os cidadãos, não se discute e é grande, pois cabe-lhes tomar as deliberações relativas à comunidade e assegurar a execução das mesmas através de pessoas que designam para o efeito e que podem destituir a qualquer momento. Como é fácil de concluir a concretização da democracia directa só é possível em comunidades relativamente pequenas, pois sós estas permitem reunir os cidadãos para discutir e deliberar sobre os assuntos da comunidade.

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